“O Mausoléu avisa-me para não me agarrar a ideias absolutas sobre quem sou, o que represento, a quem pertenço, ou que função possa ter querido desempenhar outrora. Ontem posso ter sido um monumento glorioso para alguém, é verdade, mas amanhã posso muito bem ser um depósito de fogo-de-artifício”
(in “Comer, Orar, Amar”, de Elizabeth Gilbert)
Ass: Gattaca
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