

Visualmente é deslumbrante, deslumbrante, deslumbrante, deslumbrante, deslumbrante, deslumbrante, deslumbrante...
Tudo perfeito: as cores, a música, a fotografia, os actores, a realização, as sequências, o guarda-roupa, os penteados, o argumento, a complexidade de sentimentos, interesses e relações… Tudo, tudo, tudo…

A cena da batalha (e toda a sequência onde está inserida) é de ficar sem respirar e com vontade de chorar de tão “grandiosa” que é. Assim escrito é algo estranho… Só vendo.

Em termos históricos pode estar cheio de falhas, mas confesso a minha ignorância neste assunto. De qualquer forma consigo ver um filme e dar o respectivo desconto nos exageros do realizador. E sim poderão haver alguns.

Depois de um irrepreensível “Herói” e de um razoável “O Segredo dos Punhais Voadores”, Yimou Zhang assina uma obra-prima.

Ass: Gattaca
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