segunda-feira, 11 de abril de 2005

Olhos de Cão # 3

“Lisboa à tarde. À tardinha. O amigo já não vem, ele sabe. E no entanto sem que ele saiba , sem que ele suspeite, à janela, num dos prédios, está um homem que o ama.
Lisboa anoitece depois, vazia”

(em “Olhos de Cão” de Daniel J. Skramesto)

Ass: Gattaca

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