terça-feira, 11 de janeiro de 2005

No more sex.... no more city

Acabei ontem de ler, quase empurrada por um camião TIR, o livro "Princesas de Nova Iorque", o livro que dizia que nos faria voltar a viver depois do fim da série "Sexo e a Cidade".
Queridos(as) não vale a pena o esforço. Nem o de gastar 13 euros no livro, nem de o ler. Não aprendem nada e ainda gastaram o dinheiro.
A protagonista, cujo o nome não é sequer mencionado em 270 páginas da história, não chega aos calcanhares de Carrie Bradshaw. Aliás, digo que nem os avista por um canudo.
A história não tem qualquer substância nem proporção. Não tem linha condutora. Não tem evolução nem regressão.

Aprendi no entanto que:
1) as "princesas de Nova Iorque" viajam pelo mundo com os vestidos enfiados nos contentores que vão nos aviões. Por isso conseguem levar monumentais vestidos de um lado para o outro do Oceano;
2) os Jimmy Choos e os Manolo Blahniks só são suportáveis numa distância máxima de 5 metros. Qualquer distância acima desta, torna o par de sapatos totalmente insuportável e quem sabe até os escavaca;
3) os vestidos de chiffon rasgam-se qualquer que seja o grande costureiro que os desenhou.

Fiquei sem saber:
1) como um curto ordenado de uma jornalista de meia tigela serve para comprar peças Alexander McQueen, Versace, Gucci ou Balenciaga;
2) como usam os decotes no Inverno;
3) como com um QI inferior a 80 conseguem conquistar realizadores de Hollywood.


Conclusão:
Tenho de aceitar a dura realidade que "Sexo e a Cidade" ACABOU... posso ver a reposição, que está agora a dar na SIC Mulher desde o primeiro episódio, mas tenho de me convencer que não há mais aventuras de Carrie Bradshaw para tornar insignificantes as asneiras que fazemos na nossa vida.

Beijos
Ziggy

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