quarta-feira, 24 de novembro de 2004

Hoje vi...

um sapo! Um grande sapo... estava a papar, um bom jantar!
Papou-me a mim... abriu a bocarra e engoliu-me sem mastigar.
Digo que papou "um bom jantar", porque ficou bem servido de estômago, mas ficou sem ninguém para lhe fazer companhia. Não se pode ter tudo. E quando se tem mais olhos que barriga, fica-se com azia.
Eu estava descansada na minha bolhinha. Mas a minha bolhinha estorou. Veio o sapo e comeu-me.
O sapo não era um príncipe. Pelo contrário. Era o papão. Abriu a boca com uma gargalhada maquiavélica desconcertada e tresloucada... e comeu-me. Nem arrotou no fim em sinal de bom proveito.
Eu vi um sapo... com um guardanapo, tudo comeu... nem ofereceu!
Ganda melão, cabrão!

Beijos
Ziggy (do estômago do sapo sem ligação ADSL)

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