sexta-feira, 10 de setembro de 2004

Verde.... mas não digam a ninguém!

Desde que o José Cid voltou aos ecrãs das nossas televisões que anda meio Portugal a recuperar as pérolas da música portuguesa. Pois sim, José Cid, Marco Paulo, e outros que tais. Ontem, em conversa com o companheiro de blog Mindtrap, chegou-me às mãos a mais hilariante canção que já ouvi nos últimos anos.... "Verde"!
Não é um hino sportinguista, não é uma pirraça dos benfiquistas... é simplesmente uma canção visionária sobre o futuro dos humanos na terra, cantada há 50 anos atrás com letra sabe-se lá de quem... mas quem escreveu previa a terra habitada por seres verdes, onde tudo era verde, verde como a primavera e os campos...
Olha oiçam, porque eu não consigo descrever... OUÇAM MESMO, porque quem já ouviu sabe o que estou a falar!
A letra é particularmente interessante, mas boa boa é a voz da senhora e a sua peculiar interpretação sobre um piano de notas melodramáticas!

Verde, de Natália de Andrade

(piano melo-dramático)

O nosso amor é verde
Nós somos verdes
Verdes como são os campos e as árvores
Quando regressa a Primavera

(piano melo-dramático)

Verde é tudo quanto é belo
Tu és verde meu amor
Verde (piano melo-dramático)
verde (piano melo-dramático)
o nosso amor é verde (guincho)
Mas não digas a ninguém....

Beijos
Ziggy, verde, mas não digam a ninguém!


PS: Desculpem, mas tenho andado com problemas técnicos! Mas estou de olho em vocês, ok?! ok!

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