segunda-feira, 12 de julho de 2004

O Festival do Meco: O Balanço

É verdade: ESTOU VIVO! É certo que o meu organismo não deve estar a passar pela sua melhor fase já que ainda me saíem “coisas” estranhas e pretas do meu nariz. Mas nada de novo e que não tenha acontecido nos anos anteriores. Muito pó se come valha-nos nossa senhora! Acho mesmo que já faz parte da experiência.
E foi o regresso do meu antigo Festival do Meco. A organização fala em 10 mil pessoas (as más línguas dizem 6 mil) contra as 20 mil do ano passado. E realmente notou-se uma grande diferença em relação ao ano anterior. Lembro-me que o ano passado quando entrei no recinto da Herdade do Cabeço da Flauta fiquei um pouco revoltado... O espaço tinha crescido as pessoas eram aos milhares e aquele não era o “meu” festival onde podia estar à vontade, onde conhecia mais pessoas que viviam a música de dança de uma forma intensa e sem qualquer intenção de engates e sexo fácil. Sim, eu sei que isso existe neste festival e muito, mas gosto de pensar que as pessoa vão lá pela música.
Da parte profissional acho que foi do melhor que vivi algum dia. Foi bom gerir uma equipa e ver que todos estavam motivados e com vontade de trabalhar. Os técnicos foram geniais, a equipa de marketing também (um grande abraço Gustavo), o pessoal das editoras 5 estrelas (Lurdes adorei conhecer-te), o pessoal da organização super profissional (um grade beijo Cátia pela paciência). E foi bom sentir-me útil e provar a mim próprio que sou um gajo válido profissionalmente e sem precisar de pisar alguém. PORRA!!! SENTI-ME TÃO BEM!!!!
Só lá faltou uma pessoa (com o sorriso mais sincero do mundo) para ser a noite perfeita...

Sobre a música... Hum!!! Podemos falar amanhã?

Notas positivas: Moloko, Jazzanova, Kasey Taylor, os fabulosos Scratch Perverts, a presença da lua, a magia do local.
Nota negativas: A actuação da Peaches (que desilusão), a zona vip ter fechado muito cedo (viva o caganço), ter enterrado o carro na areia diversas vezes (uma vergonha eu sei), ter perdido os amados meus óculos escuros e mais não me lembro. Ah o escaldão do dia seguinte....

Ass: Gattaca

PS1 – Ziggy... VOLTEI!!!
PS2 - Xlr8. Obrigado pela companhia, presença, apoio e pela conversa...
PS3 – J. gostei de ver que deixaste um comentário a um texto da Ziggy. E desculpa o que aconteceu no Domingo. Já te expliquei. E tenho dito aqui diversas vezes no Blog: não me saís do pensamento. E às tantas dos Verve têm alguma razão quando dissem “ The Drugs Don’t Work”. Mas só alguma ok? Amo-te!.

Verve – “The Drugs Don’t Work”
All this talk of getting old
It's getting me down my love
Like a cat in a bag, waiting to drown
This time I'm comin' down

And I hope you're thinking of me
As you lay down on your side
Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again

Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again

But I know I'm on a losing streak
'Cause I passed down my old street
And if you wanna show, then just let me know
And I'll sing in your ear again

Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again

'Cause baby, ooh, if heaven calls, I'm coming, too
Just like you said, you leave my life, I'm better off dead

All this talk of getting old
It's getting me down my love
Like a cat in a bag, waiting to drown
This time I'm comin' down

Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again

'Cause baby, ooh, if heaven calls, I'm coming, too
Just like you said, you leave my life, I'm better off dead

But if you wanna show, just let me know
And I'll sing in your ear again

Now the drugs don't work
They just make you worse
But I know I'll see your face again

I'm never going down, I'm never coming down
No more, no more, no more, no more, no more
I'm never coming down, I'm never going down
No more, no more, no more, no more, no more

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